topo direita
HOME CONTATO REFERÊNCIAS COMO COMPRAR SUPORTE REVENDAS EMPRESA
HORA AUTOMATICA EM html
 Amplificadores/ ReforçadoresRepetidor celular uso indoor
 Repetidores celular de baixa potencia ate 100 mts2 uso Interno
 XXAmplificador/ repetidor uso movel para celular
navAntenas Painel Setorial para repetidores de celular
GAntenas Yagi para repetidores de Celular.
 
Repetidores/amplificadores
de uso OUTDOOR(EXTERNOS)
GDFAntenas Parabolicas para repetidores de Celular Alto ganho
XXRepetidores alta potencia e Mini erbs
GMini Estação Radio Base
MINI-ERB
 
 Radome Shield para antenas parabolicas/disco - bloqueia ruidos laterais
Conectores especiais para cabos
Cabos especiais para repetidores celular outdoor
divisores para repetidor celular
combinadores para repetidor celular
Torres para repetidores
Energia solar para repetidores
Centelhadores para torres
Atenuadores repetidores
Repetidores digitais
Repetidores deslocamento frequencia
Repetidor com banda seletiva Selective Band
Cabos especiais para repetiçãode sinal gsm em grandes predios
 
SUPORTE TECNICO
Profissionalização de tecnicos repetidores outdoor
Manuais repetidores
Tecnicas de instalação repetidor Indoor
Tecmicas intalação repetidor Outdoor
Ferramentas e equipamentos para tecnico instalação repetidor
Consultoria tecnica para instalação repetidores
Projetos especiais de repetição de sinal
XQuestionario para instalação Amplificador / repetidor para celular
Perguntas e respostas sobre repetidores
Manutenção de repetidores danificados

Formula e calculos para projeto de instalações e site survey de repetidores

NOTICIAS SOBRE REPETIDORES CELULAR
frequencias Vivo
frequencias Claro
frequencias Tim
frequencias Oi
frequencias Nextel
Expansão uso repetidores
Repetidores na Copa Mundo
Projeto e uso de antenas painel repetidor indoor
Instalação repetidor dentro de predios
Uso antena omni para repetidores
 

Como Funciona uma repetidora celular

 

Um repetidor celular - também conhecido como reforçador de célula, é fisicamente instalado em algum ponto da região com deficiência de atendimento, em uma localização geográfica tal que permita a instalação de uma antena que possa se comunicar adequadamente com a BTS. Esta antena, conhecida como antena doadora, precisa ter características fortemente direcionais (ângulo de abertura horizontal muito estreito e lóbulos laterais diminutos, por exemplo, uma semi-parabólica) e um ganho suficiente para permitir a operação com margens confortáveis de nível de sinal, numa operação ponto-a-ponto.

 

Os sinais recebidos da BTS (os mesmos que um aparelho móvel sintonizaria) são levados ao repetidor, que os amplifica e os envia para um outro sistema irradiante encarregado de iluminar a área com deficiência original de cobertura. Este sistema irradiante pode ser uma única antena ou um conjunto de antenas designado como antena de serviço, antena de cobertura ou antena servidora. Para esse caso são normalmente empregadas antenas do tipo painel, que permitem uma priorização (setorização) do atendimento da área desejada.

 

De forma recíproca, como os sistemas celulares operam inerentemente na modalidade full-duplex, os sinais gerados pelas estações móveis na área são recebidos pela antena de assinantes, amplificados e transmitidos para a BTS pela mesma antena doadora. Para permitir a operação adequada em full-duplex, é prevista uma separação de 45 MHz entre os dois sentidos. Este tipo de sistema, em que o sinal da BTS doadora é obtido da própria interface aérea, é conhecido como over-the-air repeater.

 

Em casos especiais, as limitações do sistema ou particularidades do projeto podem levar ao uso alternativo de repetidores enlaçados via fibras ópticas ou enlace rádio, o que dispensa o uso da antena voltada para a BTS e pode auxiliar no contorno de determinados problemas da transmissão direta pelo ar. Neste caso, o sistema é conhecido com linked repeater.

 

A presente abordagem será focada nos repetidores do tipo over-the-air.

 

A figura abaixo mostra o diagrama em blocos básico da instalação de um repetidor.

 

Como a BTS é a fornecedora dos sinais para o repetidor celular, ela é chamada de BTS doadora. A antena no repetidor voltada para a BTS é denominada antena doadora ou antena coletora. Da mesma forma, o enlace entre a antena doadora e a BTS é chamado de enlace doador. A antena (ou conjunto de antenas) encarregada de iluminar a área a ser atendida é denominada antenas de assinantes (ou usuários), também conhecida como antena de serviço ou antena servidora.

 

repetidortutorial1

 

O sentido de transmissão da BTS até os assinantes é chamado de sentido direto, sendo também utilizados no jargão técnico os termos equivalentes em língua inglesa forward downlink (DL). Um estágio qualquer no repetidor que esteja inserido nesta direção normalmente recebe de forma associada a denominação direto, como por exemplo um amplificador de potência direto. O termo sentido direto tanto pode ser aplicado no sentido BTS doadora => repetidor como no sentido repetidor => assinantes.

 

De maneira equivalente, o sentido de transmissão dos assinantes em direção à BTS é chamado desentido reverso, sendo também utilizados os termos equivalentes em língua inglesa reverse uplink(UL). Um estágio qualquer no repetidor que esteja inserido nesta direção normalmente recebe a denominação reverso, como por exemplo um amplificador de potência reverso. De maneira análoga à já citada, o termo sentido reverso tanto pode ser aplicado no sentido assinantes => repetidor como no sentido repetidor => BTS doadora.

 

ganho de um repetidor celular é expresso em função da diferença de níveis de RF, em dB, entre a antena receptora e a antena transmissora no mesmo sentido, ou seja, é função basicamente do ganho global do repetidor menos as perdas nos componentes passivos, como filtros, duplexadores, conectores e cabos alimentadores coaxiais.

 

Quanto maior o ganho, maior será o nível de RF entregue à antena responsável pela transmissão naquele sentido. Conforme cada projeto e as respectivas condições de instalação, pode-se ter ganhos configurados de forma diferente para os sentidos direto e reverso. Por razões práticas, este ganho deve ser limitado em algum ponto, pois como a banda de freqüências é a mesma, pode ocorrer uma realimentação entre as antenas, acarretando problemas relacionados com a estabilidade do sistema. Este tema será abordado com mais profundidade no item Isolação, mais adiante.

 

Em relação à banda repetida, o repetidor celular é customizado em fábrica para atendimento a uma determinada banda pré-estabelecida pelo cliente. As bandas típicas são as bandas A, A' e A'', B e B', e as bandas C, D e E, de acordo com regulamentação pertinente (ITU-T e ANATEL). Um repetidor pode operar em uma única banda ou em duas. No segundo caso, em vez de usar dois repetidores, um único repetidor pode operar de forma duplicada usando o mesmo conjunto de antenas. Exemplos: um repetidor pode operar com as bandas A e A'', ou com as bandas B e B'.

 

Funcionamento do equipamento repetidor celular

 

Há duas formas básicas de construir repetidores celulares: os de amplificação direta e os heteródinos. Na amplificação direta, o tratamento de sinais leva em conta que as freqüências envolvidas não sofrem conversão dentro do repetidor. Entre as vantagens cita-se a simplificação do projeto e uma menor geração de ruído intrínseco.

 

Como desvantagem tem-se que, para cada banda de operação é necessário um conjunto exclusivo de filtros, o que eleva consideravelmente o custo do equipamento. Uma simples modificação de banda ou de canal de operação pode acarretar uma considerável carga de trabalho a nível de hardware.

 

Os repetidores que usam o princípio heteródino convertem o sinal recebido para uma freqüência intermediária fixa (por exemplo, 70 MHz) e realizam todo o processamento básico (amplificação e filtragem) nessa banda. Dois moduladores são utilizados: um para converter para a banda de FI e outro (utilizando a mesma portadora) para reconverter a FI para a banda original. A desvantagem é uma pequena contribuição na geração de ruído do sistema devido ao ruído de conversão inerente a qualquer modulador.

 

Em compensação adquire-se uma extrema facilidade e economia na realização de filtragens. Como pela escolha da portadora adequada de modulação se pode converter qualquer banda ou canal para a banda de FI, o número de filtros necessários para atender a todas as exigências operacionais é drasticamente reduzido devido a permitir uma padronização de largura de banda, independentemente da freqüência.

 

Além da redução de custo, outras vantagens ficam evidentes: alterações de banda ou canal mesmo durante a operação são implementadas facilmente apenas reconfigurando o PLL que gera a portadora. Em grande parte das vezes, essa mudança não requer intervenções no hardware. Quando alterações de hardware são necessárias, isso é feito facilmente devido à adoção da técnica modular.

 

repetidortutorial2

 

Um exemplo de repetidor que usa o princípio heteródino é mostrado na figura acima. Pelo diagrama em blocos se pode perceber que todos os estágios utilizados no processamento de sinais no sentido reverso são basicamente similares aos utilizados no sentido direto. Portanto, a descrição de funcionamento em seguida, tomando como base o sentido direto (parte superior do diagrama do repetidor), vale também para o sentido reverso.

 

Os sinais recebidos da BTS doadora chegam ao duplexador, que contém em seu interior um sistema de filtros empregado para separar a transmissão e a recepção. Com isso, evita-se que a potência de transmissão reversa atinja os circuitos de recepção, o que poderia causar interferências e saturação dos circuitos. Um amplificador de baixa figura de ruído (LNA) pré-amplifica o sinal recebido. Um atenuador variável é utilizado para ajustar o ganho total do repetidor.

 

Na prática, este atenuador pode ser o ajuste da potência de saída na antena de assinantes, bem como atuar como o controle do CAG e limitação de potência. Em seguida, o sinal é aplicado a um conversor heteródino, onde é transladado em freqüência para a banda de FI, geralmente centrada em 70 MHz. A freqüência portadora deste modulador é gerada num oscilador local, normalmente com controle de freqüência via circuito PLL ( phase locked loop ou laço de amarração de fase).

 

O sinal de FI é amplificado e filtrado para a eliminação de produtos indesejáveis de modulação, sendo aplicado em outro modulador, que opera com a mesma freqüência portadora do modulador anterior. Com isso, a banda de freqüência enviada ao pré-amplificador seguinte é igual à recebida da BTS, o que enfim caracteriza o equipamento como um repetidor de sinais. A maior parte da qualidade do sinal é garantida pelo desempenho do filtro de FI, tipicamente construído na tecnologia SAW (surface acoustic wave ou ondas acústicas de superfície). É nesse ponto que os repetidores de amplificação direta apresentam desempenho inferior, ou se tornam muito mais caros para o mesmo desempenho.

 

Finalizando, o sinal é amplificado para que atinja a potência especificada na saída. Esta potência de saída é obtida de um amplificador normalmente conhecido como PA (power amplifier ou amplificador de potência). Do PA, o sinal é enviado ao duplexador associado à antena de assinantes. Este duplexador tem a mesma função básica do anterior. O sinal é transmitido pela antena de assinantes para a área a ser iluminada.

 

A mesma antena recebe os sinais da área dos assinantes e, via filtros existentes no duplexador, encaminha estes sinais para os estágios mostrados na parte inferior do diagrama, pertencentes ao sentido reverso. A seletividade dos filtros do duplexador impede que a potência entregue pelo PA direto atinja os circuitos de recepção, o que poderia causar saturação dos circuitos e conseqüente intermodulação, comprometendo todo o sistema a ponto de tirá-lo de operação.

 

Como já citado, o processamento dos sinais neste caso é o mesmo já descrito, com apenas umas poucas diferenças. Uma delas reside na freqüência do oscilador local, espaçada em 45 MHz em relação à do sentido direto, o que garante o espaçamento das bandas direto e reverso, conforme regulamentação vigente.

 

Outra diferença pode ser na potência de transmissão no sentido reverso, que em alguns sistemas pode ser menor que a do sentido direto. A explicação para isso é o fato da antena doadora ser normalmente de alto ganho e fortemente direcionada para a BTS doadora. A BTS, por sua vez, opera com níveis maiores de potência, e pode estar equipada com um sistema de diversidade na recepção.

 

Todos estes fatores fazem com que os níveis de transmissão no sentido reverso do repetidor possam ser reduzidos em relação ao nível de potência no sentido direto (tipicamente entre 3 e 7 dB) com redução proporcional no consumo de energia, porém mantendo o mesmo desempenho.

 

Os repetidores podem contar com recursos para mais de um sistema de heterodinação. Com isso, em vez de usar repetidores separados para cada banda ou canal, dentro de um mesmo repetidor podem ser inseridos até quatro sistemas de heterodinação, repetindo igual número de bandas ou canais diferentes.

 

Um módulo de controle, tipicamente operando com um microprocessador e memórias associadas, permite o controle de todas as funções operacionais básicas do repetidor. Este módulo de controle normalmente possui um visor (por exemplo, de cristal líquido), LEDs que indicam o estado operacional básico e teclas que permitem que o pessoal técnico interaja com o equipamento.

 

Para que seja possível um monitoramento remoto, o módulo de controle possui uma interface (normalmente RS-232), por meio da qual pode haver uma comunicação por via discada com um sistema remoto qualquer de supervisão e/ou controle. Esta porta é conectada a um dispositivo de comunicação de dados, que pode ser um modem para linha fixa ou celular ou um telefone celular habilitado para transmissão de dados.

 

No caso de telefone celular ou modem celular, o acoplamento ao sistema irradiante é realizado através de uma entrada específica no duplexador do lado da antena doadora; observar que esta é outra diferença entre os sentidos direto e reverso - o sentido direto não conta com esta opção.

 

PARA SABER MUITO MAIS SOBRE PROJETO DE TORRES E REPETIDORES OUTDOOR DE ALTA POTENCIA PARA COMUNIDADES ENTRE EM CONTATO CONOSCO E APOS A COMPRA LIBERAREMOS O TREINAMENTO.

 


Home | Empresa | Referências | Suporte | Compras | Revendas | Contato

 

Copyright © 2009 - Helio Cainelli